>VVVVV>&&&&&%gt;gt;>>>>>>>>>>>>>>>>>"Ver e ouvir são sentidos nobres; aristocracia é nunca tocar."

;>>>>>>>>>>"A memória guardará o que valer a pena: ela nos conhece bem e não perde o que merece ser salvo."


%%%"Escrevo sem pensar tudo o que o meu inconsciente exala e clama;
penso depois para justificar o que foi escrito"


t;>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>"A vida e a morte são por demais implacáveis para serem puramente acidentais "


t;>>gt;>>>>>>>
"Uma existência de espera, sem quaisquer expectativas, é a única vida religiosa que eu conheço."



>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>&gt
"Tentei não fazer nada na vida que envergonhasse a criança que fui"


>>>>>>>>>>>>>>>>>>>&gt
"Resolvi não exigir dos outros senão o mínimo: é uma forma de paz..."

&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."


&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&"A inveja morde, mas não come."


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

As Espécies de Cattleyas Brasileiras Confusas ou Parecidas - Parte II






O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://cultura.estadao.com.br/noticias/literatura,as-frases-e-os-poemas-mais-marcantes-de-manoel-de-barros,1592206

"Eu não tenho nada 
para oferecer a ninguém.
Exceto minha própria confusão. 
A confusão é, na maioria
 das vezes, oriunda de 
outras confusões."



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"Tentar ordenar o que sempre 
obedeceu à confusão é 
uma tarefa inglória
 por origem.

Há sempre um embate intrínseco entre
 a coexistência e a independência !

A ignorância é uma das melhores
vertentes da felicidade.
 
Há coisas que nos
ampliam para
 menos."






Assim é...se lhe parece !

Você decide !



Caso Complexo B: 

Guttata X Tigrina





Esqueça cores e texturas visualmente tão atrativas,
repare mais nas formas, detalhes e proporções.
A chave para entender a confusão entre
espécies parecidas repousa em
detalhes pouco vistosos.





A flor viva, colorida e vibrante, desperta
naturalmente os sentidos e o senso
estético; a flor seca no herbário
nos revela proporções e
modelos formais bem
diferenciais e muito
mais objetivos.



As ilustrações acima e abaixo  apresenta as quatro
 variações mais comuns em Cattleya guttata.
Apenas as variações de labelo confundem
muito e não são fator distintivo
pleno, é o conjunto que
separa as espécies.


Na ilustração botânica acima, mais variações de Cattleya guttata, na parte de baixo desta mesma imagem, vemos as variações botânicas, também mais comuns, em  Cattleya leopoldii. Procurem reparar bem no ângulo de inserção do labelo  e da coluna em C. leopoldii,  independente  da grande variação de cor e forma, a exposição frontal da coluna é bem típica, demonstrando alguma diferença no pouso e talvez mesmo no tipo de polinizador. Já em C. guttata a coluna fica oculta em vista frontal, o lóbulo mediano  projetado do labelo de leopoldii é mostrado como sendo fendido, bem no meio, conforme observável na ilustração.

Illustração original da 
designação " C.tigrina"


A historicamente retratada e famosa
C. leopoldiii: uma grande confusão.


Em seu magnífico compêndio Orchidaceae Brasiliensis, Guido Pabst nos mostra seu ponto de vista sobre a problemática guttata x leopoldii, ele nos coloca que somente as plantas oriundas de SC e RS são o que ele entende exatamente como sendo C. leopoldii, acredito que seja o que chamamos de "leopoldão". No resto da mata atlântica do RS até Sergipe, inclusive em SC e RS friso, ou seja, coabitando esse habitat com com C. leopoldii, existe uma imensa dispersão geográfica da C. guttata e suas formas regionais, algumas dessas muitas formas ou raças, muito parecidas e confusas com as C. leopoldii sulinas, esta era, consubstancialmente,  a visão dele sobre a problemática que aqui abordamos.



Fundamentos para compreensão dessa superespécie
 que contém o conglomerado de formas das 
Cattleyas guttata e tigrina.

a)  Cattleya tigrina é o nome botânico válido para a classicamente conhecida Cattleya guttata var leopoldii, ou depois, tão somente C. leopoldii. O nome  tigrina é realmente mais antigo e segundo as normas da Botânica tem precedência sobre leopoldii, o que produz confusão na cabeça dos orquidófilos que não gostam dessas mudanças tolas de nomes consagrados. O nome "guttata" signifiica  em latim "que apresenta gotas", relativando-se às características pintas mais escuras nas sépalas e pétalas. Já o nome "leopoldii" é uma homenagem ao orquidófilo rei Leopoldo da Bélgica , significa "de Leopoldo". Tendo em vista a procura por informações referentes a estas espécies na internet, continuaremos adotando, sempre que possível, os nomes clássicos e consagrados por décadas de uso, portanto entenda-se "tigrina" onde escrevo "leopoldii", e não se fala mais nesse nome que ninguém conhece.

 
 Cattleya leopoldii como apresenta-se nas
 matas litorâneas de SC e RS.

b)  Cattleya leopoldii existe numa população maior e singularmente mais  homogênea pelas matas do litoral entre Itajaí/Blumenau em Santa Catarina e o norte do Rio Grande do Sul, conhecida localmente por "leopoldão" devido a robustez dos seus exemplares . Nesse segmento de território não ocorre a C. guttata. Na região montanhosa mais interior, na Serra do Mar e Litoral do Paraná só existe a C. guttata típica das matas, não existindo neste estado a C. leopoldii, também nas matas de Minas Gerais ocorre o mesmo.

Acima uma touceira florida de C. guttata, mostra
a morfologia geral característica dos seus
exemplares oriundos dos  habitats
 florestais na Mata Atlântica.

c)  Nas restingas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, onde os ventos marítimos fortes refrigeram o calor do sol, surge uma raça/forma/variedade de C. guttata típica deste bioma.  Os exemplares destas variedade apresentam, talvez, o maior porte vegetativo dentro do gênero Cattleya, são plantas muito grandes com três vezes mais porte e altura que o normal, encontram rivais apenas nas também muito encorpadas C. amethystoglossas baianas. Germinam nos troncos e raízes dos arbustos estabelecidos sobre a areia, formando uma massa compacta e baixa de vegetação, conforme esta orquídea cresce e progressivamente vai apresentando pseudobulbos cada vez mais altos, sua folhas tornam-se expostas e inseridas na massa compacta de vegetação deste bioma. aqui chamaremos estes exemplares pelo nome popular que os orquidófilos lhe de deram como alcunha: "guttatona" ; sendo assim prontamente diferenciadas pelo nome das C. guttatas das matas, que apresentam muito menor porte.



Acima a popularmente conhecida "guttatona", reconhecível de pronto pelos seus pseudobulbos mais estendidos, bem maiores que o padrão da espécie, e coroados com 3 grandes folhas , apresentam inflorescências com muitas flores de pequenas dimensões, apostando mais nas quantidade do que no tamanho das flores, e esta torna-se então uma importante característica de distinção entre as duas espécies aqui consideradas. A configuração típica da raça das restingas  é inconfundível, esta variedade é encontrada nas grandes e longas planícies arenosas litorâneas, surgidas em eras quartenárias, dispostas no litoral da Região Sudeste, deste a região da Marambaia no RJ até Comboios no ES, quase no sul da Bahia.

 


d)  No restante das áreas de Mata Atlântica da Serra do Mar, ainda conservadas, de São Paulo até Sergipe, sem contar Minas Gerais, e talvez num passado de 200 anos, quem sabe ,  até Pernambuco, existe uma coexistência algo confusa de formas variáveis, tanto de C. guttata, como de C. leopoldii. Observa-se nessa extensa região, uma série considerável de intermediários confusos entre as duas espécies. É nesta distribuição geográfica que surge o cerne da confusão que aqui exibimos, os indivíduos que misturam características das duas espécies nos confundem sobre a perfeita dimensão da segregação de raças/formas/fenótipos da C. guttata. Formam algo  complicado de se entender, tratamos com uma população complexa, o purismo que deveria acompanhar uma espécie mais homogênea desaparece, dando a impressão, que pela mistura sem nenhuma lógica aparente de características, só poderiam formar o que se entende em Botânica como sendo uma superespécie, com muitas raças, ou variedades. Estariam se   segregando consoante a adaptação ao ambiente, inclusive o polinizador, sem muita paridade geográfica reconhecível. Acredito que as razões para tanta variação repousem na grande área de distribuição desta espécie, nos diferentes habitats que conquistou, no seu rápido crescimento vegetativo, e também nas grandes populações que normalmente formam na natureza. São como os humanos, variados e adaptáveis, caóticos e miscigenados, mas ainda uma só espécie.

 
O surgimento de exemplares e populações intermediárias, em várias regiões da
Serra do Mar , criam uma confusão sobre a distribuição geográfica
de Cattleya leopoldii , e sobre a determinação de sua evidente
miscibilidade com a ocorrência de C. guttata.
Será que acima temos um exemplar 
de cada  espécie, o leitor 
saberia distingui-las?

e)  Inserida nesta confusão, embora como espécie válida e totalmente distinguível, vegetando em área determinada e conhecida, e sem a companhia das duas espécies aqui consideradas, está a belíssima e baiana Cattleya amthystoglossa . Está espécie é muito afim de guttata e leopoldii, pertence a mesma genealogia ancestral,  tanto que foi originalmente foi descrita como C. guttata var. prinzii, e depois de melhor estudada, foi promovida, em 1862, à condição de espécie, com o epíteto que ostenta atualmente.

 
 
 
 Sob o ponto de vista vegetativo, esta espécie de porte avantajado lembra as grandes plantas da " guttatona " das restingas, também no grande número de flores por haste floral, todavia a morfologia floral, muito bonita diga-se de passagem, está mais próxima ao tamanho e da melhor forma de C. leopoldii, sendo em fato muito melhor em forma do que esta. Interessante notar que a distribuição desta espécie baiana é marcadamente interiorana, ao contrário das duas espécies aqui analisadas, que apresentam um perceptível implemento populacional com a proximidade do mar, com C. amethytoglossa esta tendência não ocorre. É uma linda espécie, das mais belas do Brasil , a planta vegetativa é meio desajeitada, grande demais e pouco composta em vasos e no cultivo em geral, mas no quesito flores é uma das cattleyas bifoliadas mais atrativas.

 
A C. amethystoglossa apresenta uma excepcional forma técnica floral para o conjunto da espécie em geral, diria que é incomparável no grupo das Cattleyas bifoliadas, imbatível em número de indivíduos oriundos da natureza de ótima complexão de pétalas e sépalas, cor e perfume; apenas  a C. loddigessi guarda alguma similaridade, também exibindo a mesma  boa qualidade de aspecto floral.


 A Superespécie e a confusão
dos orquidófilos


A Cattleya guttata :

 
 
 
Avalie nas diferentes flores acima a repetição das
 características aqui ressaltadas com sendo
típicas de Cattleya guttata.

Cattleya guttata varia em tamanho vegetativo e em cores florais, contudo suas numerosas flores pequenas, fortemente cerosas e fragantes, com a projeção do lóbulo mediano estreita e bem destacada  do resto da flor em púrpura, são todas características muito pouco variáveis, e portanto fatores de reconhecimento dessa espécie. Reparem nas fotos que existe significativa variação, mas coluna fica em tal ângulo pouco perpendicular que sempre mostra-se pouco visível, as flores saem de espatas secas, após o fim do crescimento do vigoroso pseudobulbo durante o fim da primavera e o início de verão, a planta aguarda o início do outono para florir, neste espaço de tempo a espata fica seca. Já a C. leopoldii floresce no fim da primavera ou início do verão, não aguarda uma outra estação para florescer, e as espatas mostram-se ainda verdes no momento da floração, reparem também neste detalhe fisiológico importante.

Cattleya guttata em ambiente
de Mata Atlântica.

Esta belas Cattleyas guttatas das fotos de cima, oriundas da região do Espírito Santo, no Orquidário Caliman, apresentam flores grandes e fortemente coloridas, a projeção mediana do labelo até que mostra-se bem larga, poderiam de pronto levantar a suspeita de serem C. leopoldii. Todavia a coluna fica quase que totalmente oculta dentro do labelo, e uma das plantas apresenta 3 folhas por pseudobulbo mostrando que trata-se mesmo de um lote guttatas, isto sem considerar outras características como época de floração e se a espata está seca ou não, que poderiam ajudar ainda mais o prognóstico de determinação botânica.

A Cattleya leopoldii :


Vou dar uma dica rápida e bastante eficiente para a maioria dos casos de
 distinção entre guttata e leopoldii, é um olhar muito particular meu 
sobre  esta confusão toda. Devido ao ângulo mais perpendicular
 que o labelo de C. leopoldii tipicamente apresenta, a cápsula
que guarda as polínias, na ponta da coluna, fica muito
visível, quase fora do corpo do labelo, forma a 
ilusão de um "dentinho", se o exemplar 
analisado apresenta a característica,
é quase certo ser leopoldii.

Repare no dito "dentinho" na foto acima, e compare com 
as outras fotos abaixo, todas têm o dentinho bem
visível, como esta característica tem relação
com o polinizador e com a fecundação
do fruto, mostra-se então como um
importante detalhe diferencial. 

Em C. guttata, a coluna é mais curta 
e o ângulo do labelo em relação
ao plano floral é bem menos
perpendicular, não sendo
então visível o detalhe
do "dentinho".


"Muitos taxonomistas consideram a Cattleya tigrina, e em decorrência, também a Cattleya leopoldii, sinônimos da Cattleya guttata, da qual seria apenas uma variedade de maior interesse horticultural, cuja permanência como espécie autônoma é perpetuada mais por hábito dos colecionadores do que por diferenças de comprovação científica."  texto da da Wikipedia.


Cor varia muito, também existem exemplares de
 C. leopoldii esverdeados e mais claros,
porém a forma se mantém
bem característica.

O dentinho continua
bem visível !


C. leopoldii produzida comercialmente em orquidários, filha de matrizes
selecionadas, mostra forma perfeita , reparem na recorrente
frontalidade da coluna e do labelo, forte característica
de distinção dessa espécie em relação a C. guttata.

Como anteriormente já exposto acima , existe de fato uma subespécie/variação/raça/forma (?) geográfica de C.guttata  que tornou-se hegemônica nas serras litorâneas sulinas, encontradas principalmente em altitudes de cerca 200m, a distribuição da C. guttata termina no extremo norte do litoral de SC. Dessa região até a RS, sempre pelas matas de fachada atlântica, existe uma vistosa e atrativa variedade de flores maiores e mais escuras, com a projeção do lóbulo mediano bem mais larga e atraente. Este é o conceito de reconhecimento para a população que se convencionou  chamar de C. leopoldii, que não coexiste nessas regiões sulinas e já subtropicais do país com a  clássica C. guttata. Houve uma substituição, um desenvolvimento, uma subespeciação, reconhecível botanicamente, e quanto a esta população, não há grandes dúvidas ou discussões sobre status taxonômico.


 C. leopoldii:  exemplares grandes são
 chamados de " leopoldão".

Até este estágio de compreensão, entende-se que a mudança de habitat e clima nas regiões subtropicais provocou uma adaptação que fez esta população meridional se diferenciar. A população sulina  tem características homogêneas e podemos caracterizá-la em comparação com a C. guttata clássica, posto que são de fato diferentes e distinguíveis quando floridas.

 
 Os orquidófilos do Sul chamam-nas de "leopoldão", eu chamo de "dentinho", seu porte vegetativo e floral são avantajados, só apresenta duas folhas em cada psudobulbo, guttata pode apresentar três folhas; as flores mostram-se muito escuras, também muito perfumadas, e têm quase o  dobro do tamanho, em relação as flores de guttatas. A época de floração primaveril e mais precoce em leopoldii (NOV/DEZ) do que em guttata (MAR), montam em uma das principais diferenças aparentes que distinguem estas espécies. De fato, vistas em suas formas extremas, as duas espécies são até de fácil distinção, o problema são os exemplares intermediários, estes causam a confusão na determinação da distribuição geográfica de populações de leopoldii mais setentrionais, que aqui chamarei de "leopoldinhas".

 C. leopoldii. 




Acima umas  "leopoldinhas" das matas setentrionais
do Brasil a fora...são as que fazem a
grande confusão com
as guttatas.

São flores pequenas como as de guttata,porém
com morfologia mista apresentando alguns
caracteres singulares à Cattleya leopoldii,
mostrando que existem várias raças
intermediária ao longo da vasta
área de distribuição no país.

São absolutamente confusas e mostram-se
indetermináveis, é preciso que se dê
peso de distinção a determinados
caracteres  florais para
que se possa dar
determinação
botânica.

Alguns jogam essas plantas
intermediárias na natural
variabilidade das
guttatas.

Época de floração, número de folhas
por pseudobulbo, coluna exposta
em ângulos diferentes, tamanho
da flor e largura da projeção
do lóbulo mediano do
labelo  são os bons
diferenciais.



 C. leopoldii sergipana.

Para bem exemplificar esta imensa confusão, vamos voltar ao ano de 1986, quando li na revista Orchid Digest o seguinte e desconcertante artigo: Cattleya leopoldii in Hardwood Copses in Sergipe Fowlie, J. A. 50/3 , quando li no índice o tema do artigo, eu não acreditei:  leopoldii em Sergipe??????? Será????

Eclésio de Holanda Cavalcante e seu mateiro, com C. leopoldi em mãos,
oriundas das matas sergipanas de certa  altitude, na fronteira de 
Sergipe com a Bahia , não se tratava de guttata como pensei 
primeiramente, era mesmo a C. leopoldii.

 Região serrana com 400-500m de altitude, entre Sergipe e Bahia, 
a fronteira está marcada em linha azul clara; também
conhecida como Serra Grande de Lagarto.

Mata com orquídeas em Riachão dos Dantas - SE

 

Acima duas ótimas fotos das "leopoldinhas" sergipanas nos dão panos para manga,
 vamos vê-la com olhos clínicos de botânico: vegetativamente o exemplar da foto
 do mateiro tem o mesmo porte de guttata das matas da Serra do Mar, muito
parecido com o jeitão das C. guttatas da Mata  Atlântica do Paraná,
 orquídea que ocorre sem muita raridade em Matinhos e em
Cerro Azul, também no Vale do Ribeira, na fronteira com
SP. Embora as "leopoldinhas" sergipanas tenham
 alguns traços evidentes de C. guttata , são de
 morfologia intermediária entre as espécies
  consideradas, as flores tem a projeção
 de labelo estreita, como em guttata,
 mas apresentam todos os mais
 importantes detalhes
morfológicos de 
C. leopoldii.

Inclusive o
 "dentinho".

Essa ocorrência dá  noção
do tamanho da  questão,
seria a mesma espécie
do Sul do Brasil?

































a
nobilior walkeriana  mesquitae
labiata warnerii
granulosa schoefeldiana tenuis
tenebrosa grandis
bicolor brasiliensis