VVVVVV>&&&&&%gt;gt;>>>>>>>>>>>>>>>>>"Ver e ouvir são sentidos nobres; aristocracia é nunca tocar."

&&&&&&>>>>>>>>>"A memória guardará o que valer a pena: ela nos conhece bem e não perde o que merece ser salvo."


%%%%%%%%%%%%%%"Escrevo tudo o que o meu inconsciente exala
e clama; penso depois para justificar o que foi escrito"


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A fotografia não é o que você vê, é o que você carrega dentro si."


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"Resolvi não exigir dos outros senão o mínimo: é uma forma de paz..."

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&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&"A inveja morde, mas não come."


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Laelia purpurata Lindley 1853


Laelia purpurata
- RS-SC-SP





Nenhuma espécie de Laelia ou Cattleya apresenta tantas variedades de colorido como em L. purpurata, algumas são singulares e somente encontradas nesta espécie. Recentemente uns exames de DNA nos disseram que Laelias e Cattleyas são muito próximas, disso já sabíamos há décadas, a multiplicidade de  Laeliocattleyas  já nos provava que eram compatíveis geneticamente. Meus olhos continuam a dizer que são muito diferentes, uma legião de botânicos do passado concordavam com meus olhos. Chimpanzés e humanos também apresentam  míseros 1% em gens divergentes, mas são igualmente muito diferentes aos olhos. Ninguém ainda ousou uni-los no mesmo gênero, então eu me RECUSO a chamar Laelia purpurata de Cattleya purpurata, invoco a regra botânica da Nomina Conservanda para evitar essa imensa confusão. Creio que estes botânicos buscam mais a fama e a notoriedade do que a retificação do que era confuso.

Flor Nacional do Brasil reconhecida em lei.


Trata-se de uma espécie famosa sobre a qual muito já se conhece, cabe aqui mostrar alguns apectos gerais e a sua facilidade de cultivo, sendo muito frequente em coleções do sul e sudeste brasileiros. Sua distribuição é exclusivamente litorânea, da fronteira do RJ com SP até o norte do RS, pulando o litoral do PR. Medra numa região lindamente florestada e de clima bem mais ameno em relação ao restante da costa nacional. Aprecia ventilação intensa e úmida, só deve ser cultivada em estufas fechadas em locais muito frios ou secos.

Espécie robustíssima é muito colaborativa,
contudo não suporta calor constante
 ou permanente acima
 de 25°C.

Ondas de frio são necessárias  para
seu cultivo e pleno desenvolvimento.


A variedade praetexta - um subtipo de oculata -
é muito interessante e pouco vista.



Foi descrita por Lindley em 1852-53 - recentemente alguns botânicos brasileiros tem acrescentado Paxton no seu nome científico, como co-autor - não acreditamos que este arquiteto e paisagista tivesse qualquer colaboração a acrescentar no trabalho de um botânico tão escolado como Lindley.




Espécie muito difundida e popular, deve ser cultivada sombreada e protegida do sol forte em confortável meia-sombra, porém, se possível, exposta ao tempo nas regiões de clima ameno, não aprecia estufas fechadas e prospera melhor em contato com a natureza. Também não tolera calor e clima seco constantes, vegeta num trecho sub-tropical da litoral brasileiro, influenciado por ventos frios e úmidos, bem diferente das condições climáticas do resto da costa tropical do país. Nas regiões tropicais e equatoriais cresce com dificuldade, sem o frio do inverno não forma espata e tampouco floresce.




 Purpuratas Camaleoas :


 Rapte-me camaleoa
Adapte-me a uma

 cama boa

Leitos perfeitos
Seus peitos direitos
Me olham assim


Adapta-se bem em altitudes serranas e marcadamente necessita de inverno bem definido para chegar à floração. Com o significativo aumento da oferta comercial de exemplares de boa qualidade, tornou-se fácil montar uma pequena coleção de variedades de L. purpurata, quem aprecia as Laelias não resiste a tentação de tê-las.


Coleciono e aprecio os exemplares de purpuratas com o tubo amarelo. Cabe explicar: não se trata de variação rara, apenas quando o tubo é amarelo e sem qualquer estrias nessa parte do colorido ( foto acima ), configura-se a incomum variedade " áurea". Nessa espécie o labelo com estrias cruzando a faixa amarela é comum, ocorrendo numa frequência próxima aos 50%.

L. xanthina e crispa apresentam amarelo no labelo.

Algumas outras espécies de Laelias com espatas e sem elas, também apresentam essa característica, caso das espécies crispa, xanthina e jongheana - entre outras. Todavia o "ouro" de purpurata é mais rico e vistoso ! Essa característica colorida cria belos contraste e só enobrece as flores !


L. jongheana apresenta uma labelo ricamente dourado.

O contrastante tubo amarelo de L. praestans .

Na antiga seção Hadrolaelia desse clássico gênero, onde não se verificam as espatas de proteção floral, o tubo amarelo ouro é bem característico nas espécies praestans e jongheana.


Exemplar da rara e bela L. purpurata var. áurea, com pétalas largas e boa forma.


Exemplar de purpurata semi-alba de excelente forma e lindo dourado no labelo.

O tubo, ou fauce, amarelo e com veias, surge portanto sem raridade em purpurata,
e pode estar associado com vários outros coloridos muito diferentes entre si.


L. purpuratas tipo com o tubo amarelo.



Acima a área de ocorrência da litorânea L. purpurata,  sua ocorrência era mais ocasional e esparsa em SP, a espécie era especialmente abundante do sul de Joinville até Tramandaí no RS. Os exemplares oriundos de SC florescem em NOV, os do RS pouco mais tarde, já em DEZ.


Era encontrada desde os costões rochosos onde os respingos das ondas dos mar chegavam nas touceiras afixadas nas rochas mais altas, passando pelas árvores de menor porte das restingas e indo até as áreas pantanosas mais interiorizadas, onde estão as grandes figueiras, chegando aos pés-de-morros e excepcionalmente indo mais além. Abaixo alguns ambientes significativos para exemplificação da ocorrência dessa espécie nas proximidades úmidas mar e sob a refrigeração do vento sul .

Surgem as purpuratas especialmente nas grandes figueiras, onde também costuma haver Cattleyas intermedias e Brassavola perrinii co-habitando, quase sempre em terrenos planos, alagados e de alta umidade do ar. Esses vêm sendo sistematicamente destruídos para dar lugar ao cultivo de arroz em tabuleiros irrigados.


A semeadura in vitro multiplica a beleza, populariza exemplares raros.

Produção comercial de L. purpuratas de ótima qualidade técnica.

Como as plantas nativas ficaram ultrapassadas devido a propagação artificial de clones de muito melhor forma e colorido, ainda é encontrada no seu habitat , porém sem a abundância do passado. A pressão pela coleta de exemplares da natureza tem diminuído, mas nada poderá compensar a coleta predatória pesada do passado.



As bromélias "barba-de-velho" pendentes das figueiras, atestam a alta umidade ambiental e a freqüente presença de neblina noturna ou matinal nessas planícies litorâneas. Esse é um ótimo ambiente para as orquídeas, nessa parte da costa brasileira são elas de fato muito abundantes, tanto em espécies como em frequência de indivíduos no habitat.



Acima exemplos das imensas figueiras do litoral sul-brasileiro, com purpuratas ( uma touceira imensa florida em condição epífita) e Cattleyas intermedias ( no detalhe de um grosso ramo ) frequentemente vegetando juntas. Na sombra úmida no verão e expostas ao vento frio no inverno prosperam, sem a estação mais marcadamente fria as purpuratas florescem fracamente ou nem isto.

 
  O habitat de L. purpurata varia, mas a luminosidade
 alta e a ventilação farta estão sempre presentes.

 Cattleya intermedia é companheira usual 
no habitat das figueiras do brejo.

A sub-população de SP medra no interior das florestas litorâneas, em ambientação um tanto diferente das mais sulinas, sendo menos frequente, formando populações menores onde ocorre. não apresentando a grande variação de colorido e forma das nativas de SC-RS.




Acima e abaixo duas excelentes L. purpuratas "tipo" resultantes de cruzamento entre boas matrizes, das quais a "Milionária Deshamps " é a mais notória, apresentam forma superior e segmentos florais bem explanados, exemplares do plantel do Orquidário Werner Paske em Curitiba. Às vezes essas plantas muito melhoradas, ou excepcionais já de natureza, acabam nem parecendo a espécie original, ganham em forma técnica mas perdem aquela graça natural da espécie silvestre.


Nesse assunto eu sou supeito, me entusiamo com uma L. crispa entouceirada, bem armada e super florida, mesmo sendo toda enrolada, basta ser bem perfumada. Não aprecio o aspecto mais largo e menos armado, algo doentio, das C. warnerii e mossiae,. Estas, normalmente são desabadas sobre si mesmas, salvam-se apenas uns poucos clones mais bem armados, em minha coleção só tenho plantas mal armadas, ainda não encontrei bons exemplares !



L. purpurata tipo com tamanho e armação notáveis - Rf Orquídeas.

Sem a necessidade de muletas para sustentar
as flores realmente avantajadas de porte.

Acho a maioria dos híbridos complexos sem muita graça, quase todos são desajeitados e cheios das necessárias muletas e cordoamentos, para só assim manter suas enormes flores erguidas e estáveis. Aprecio apenas os híbridos primários, mas há quem goste do visual mais repolhudo dos complexos. Diz-se que gosto não se discute, apenas lamenta-se; não incorporo essa ditadura estética dos orquidófilos da cabeça branca.



Outro exemplar de purpurata de tamanho incomum, oriunda
do mesmo lote da foto anterior - tetraplóide talvez -
no muro porta-orquídeas.

Gosto de plantas de forma técnicas sim, ma sem exageros, e desde que entouceiradas. Aquelas purpuratas de exposição, lindamente técnicas, porém com só quatro bulbos , duas flores por haste e cheias de muletas amparando as flores, são acanhadas demais para uma distração que pode ser bem mais ampla.

Plantas de má forma e colorido comum desvalorizam-se progressivamente, poupando assim a natureza da coleta. Os orquidários comerciais já produzem plantas superiores em quantidade suficiente para suprir o mercado, os preços também estão mais acessíveis - preservação se faz assim. O incentivo fiscal aos orquidários que produzem espécies brasileiras através de sementeiras poderia reduzir muito a coleta na natureza, qualquer orquidófilo iniciante distingue facilmente uma planta cultivada de semente num orquidário de uma silvestre.



Algumas variedades interessantes :

Obs: Todas as "variedades" aqui mencionadas são variedades meramente hortícolas, ou seja, são indivíduos diferenciados morfologicamente que aparecem sozinhos ou em populações digamos "familiares" e muito pequenas, ou como raras exceções geneticamente recessivas em meio a populações de plantas tipo. A variedade Russelliana, parece ter sido uma variedade mais estabelecida regionalmente, verdadeira portanto, foi quase tão comum como a variedade tipo na Ilha de Santa Catarina. Estas propaladas "variedades" são na verdade indivíduos multiplicados pela mão humana, ou famílias de indivíduos vegetais de morfologia floral singular e pontualmente localizados em pequenos nichos geográficos, multiplicados e intercruzados comercialmente. Resumindo numa frase: são todos indivíduos lindamente defeituosos em relação ao padrão da espécie ! A variedade 'boneca" nos serve bem como anti-exemplo, este único exemplar encontrado na natureza, caracteriza-se pela ausência completa de labelo, flor medonha portanto, nunca foi cobiçada ou propagada por meristemagem, mostra-se profundamente defeituosa e feia, é apenas uma monstrose curiosa. Caso fosse interessante de forma ou  singularmente colorida, seria logo alçada à condição de "variedade", mesmo sendo apenas um único indivíduo,  este exemplo é perfeito e explica bem como surgem as ditas "variedades" orquidófilas, no caso desta espécie, a variação morfológica é a maior constatada no grupo das Cattleyas.




L. purpurata var. anellata Adams é uma das mais belas orquídeas brasileiras.

Esse exemplar foi originalmente coletado por Eurico Adams em Itajaí-SC, nos anos 50.


A L. purpurata var. anellata" Adams I" é um clássico da orquidofilia brasileira, até agora ainda não houve o surgimento de novos clones dessa variedade com melhor forma técnica. Uma jóia rara e difícil de se achar à vendar! Planta de flores lindas, verdadeiro tesouro da flora brasileira !









L. purpurata var. russelliana " Da Pinta" apresenta flores bem armadas, muito grandes e belas, de característico colorido suave e de tubo amarelo claro.








L. purpurata var. Schroederae é mais curiosa e rara do que bela, só apresenta estrias e um colorido muito difuso e quase imperceptível, é uma russelliana suavíssima extrema.




As albas e albescens não apresentam boa forma.











L. purpurata var. Canhanduba é relativamente de recente introdução, alguns exemplares similares nesta coloração foram descobertos, pelo Sr. Orlando Marafa - colecionador de Piçarras-SC -, bem próximos a um rio de onde surgiu este nome um tanto estranho, em Itajaí-SC. Não deixa de ser mais um tipo especial de russelliana, porém com um vistoso tubo cor-de-abóbora forte. Vê-se até por fora do labelo a cor amarela encorpada e contrastante, criando uma graça absolutamente singular. Mesmo tendo uma forma comum é uma linda planta! Quem aprecia o amarelo no labelo, apaixona-se pelas esguias e fáceis de cultivar "canhadubas" cor-de-abóbora!




A rara purpurata oculata-áurea da pedreira
e seu lindo tubo amarelo-ouro.

Um corte da planta original na RF Orquídeas.











L. purpurata var. Roxo-Violeta ou Aço - outra linda variedade. As plantas ostentando o "M" branco bem pronunciado na ponta do labelo, como a primeira foto desta sequência, são descendentes do famoso clone aço "Do Crente ". Se tivessem o tubo amarelo seriam ainda mais lindas !





A variedade aço ou roxo-bispo  também apresenta
um tom singular de púrpura-violeta.







L. purpurata flammea, planta robustíssima e
com forte amarelo no tubo do labelo.










L. purpurata var. marginata caracteriza-se pelo filete de cor branca bem notado em volta do labelo, um detalhe pequeno e delicado , conferindo grande nobreza quando associado à boa forma e ao tubo amarelo. Trata-se de uma semi-alba de ótima qualidade, linda planta !

Esta é uma das minhas plantas preferidas,
o contraste de suas cores é elegante!






A variedade ardósia ou werkhauserii, é um clássico caeruleo na orquidofilia, conhecida também como a "jóia da bruxa" devido a histórica dificuldade da aquisição dos dois únicos exemplares desta variedade, foram encontrados em Torres -RS. O primeiro exemplar foi coletado sem flores, ao florir, mostrou-se fabulosamente colorido. O coletor voltou ao local, levou então todas as outras plantas que estavam na redondeza. Desse novo lote, surgiu outro indivíduo cinza-azulado, porém de maior qualidade técnica em relação ao primeiro. Os clones originais ficaram respectivamente conhecidos como : werkhauserii I e werkhauserii II "superba" .



O nome alemão é o do descobridor das duas plantas cinza-azuladas, ao morrer, deixou um exemplar para cada dos seus dois filhos. O filho logo vendeu o seu exemplar, mas a filha ( "a bruxa" ) relutou no que pode, várias décadas, em busca de melhor preço para a werkhauserii "superba". Um pool de orquidófilos paulistas juntou esforços e conseguiu adquirir a tão desejada " jóia da bruxa", custou o equivalente a um ótimo carro novo. Reproduzida pelo laboratório orquidológico Equilab, nos anos 80, logo a variedade se popularizou por meio da meristemagem do clone original e sementeiras de autofecundação e cruzamentos, atualmente até eu tenho uma touceira dessa variedade - tempos modernos.

 




Lindamente cinza azulada.



As soberbas descendentes da "Jóia da Bruxa"







As apaixonantes variedades carnea e cereja.






Eu chamo esse lindo clone de purpurata carnea, oriundo de
sementeira e comprado ainda sem florescer, de " Brigitte Bardot".



À dirieta L. purpurata carnea " Maria da Glória" apresenta o
do labelo amarelo. Ao fundo a encantadora " Brigitte Bardot"

Essa variedade é de plantas de origem gaúcha, exatamente como a ardósia ou werkauserii , florescem no mês de DEZ, depois das catarinenses terem dado o seu show na segunda metade de NOV. As cárneas já estão muito aprimoradas devido aos bons cruzamentos realizados, já em algumas variedades ainda é impossível obter o colorido raro aliado à boa forma, como por exemplo em: anellata, oculata, alba, mandayana etc. Não se pode esperar muita perfeição dos clones de variedades coletados na natureza.



Poucos exemplares apresentam amarelo no tubo.

Preciosa elegância.

Acima uma coleção de plantas da variedade carnea, com e sem o tubo amarelo, a forma também varia muito, as de segmentos florais mais largos são as mais preciosas, as magrelas e enroladas são bem menos valorizadas, as de boa forma e colorido são caras por serem realmente muito difíceis de obter.




O híbrido mais clássico e popular de purpurata é a Lc Canhamiana
( mossiae x purpurata ), é tão variável como a própria purpurata.

As canhamianas caeruleas : " netas da jóia da bruxa" -
 são inacreditavelmente azuladas e vigorosas.

L. purpurata ardósia ou werkhauserii
gerou as Canhamianas caeruleas.




Híbridos Primários Artificiais Miniaturizados:




Acima um híbrido artificial bem interessante:
 Laelia x rubin ( sincorana x purpurata).




Também nessa linha de plantas pequeninas, temos a bela Laelia x José Pinho ( pumila x purpurata ), cruzamento feito e registrado em 1981, pelo meu inesquecível amigo e incentivador Alexis Sauer. Foi nomeado em homenagem ao seu colaborador na manutenção da coleção de plantas por ele mantida em Petrópolis. O tubo amarelo de L. pumila potencializou ainda mais o contraste de cores nesse híbrido. Acima e abaixo imagens desse cruzamento tão interessante.

Lembro-me dele ao telefone me dizendo: É uma miniatura de purpurata
Saudades do entusiasmo e do positivismo do amigo Alex Sauer !

Acima uma prima próxima da L. José Pinho , 
feita usando-se a L. praestans.

 

 L. purpurata x L. alaorii mostra uma melhor forma técnica dentre outros cruzamentos  de purpurata com espécies da seção Hadrolaelia, essa espécie baiana tem se mostrado muito promissora, produz híbridos miniaturizados entouceirantes, formam plantas encantadoras e relativamente fáceis de cultivar - fora de vasos. Cultivo do amigo Bill de St.Maria Madalena- RJ.

4 comentários:

  1. Você cultiva em Belo Horizonte? Tem boas florações aqui?
    Parabéns pelo blog, informações muito boas!

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  2. Cultivo em Curitiba 931m de altitude aqui no meu terraço, clima muito úmido com temperaturas amenas e frio considerável no inverno. L. purpurata gosta de frio e resiste sem problemas às geadas e temperaturas próximas de zero. Leia também os posts Observação e Cultivo Partes I e II e Orquídeas nos Quintais Antigos de Curitiba, vai gostar. Aqui no blog expus aberta e sinceramente toda a minha experiência para os novatos, desejo a todos lindas plantas floridas e não plantas mortas por trato inadequado. Passei muita dificuldade no início e comprei muitos livros caros e inúteis onde velhacos oportunistas contavam tudo menos o essencial que qualquer iniciante precisa saber. Meu email está na coluna lateral e sempre responde a quem me pergunta suas dúvidas. Obrigado pela força incentivo de suas palavras.

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  3. Eu nao vi nenhuma igual a minha. Será q tem como vc me ajudar a identificar? Ela possui as pétalas esverdeadas.

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    1. Mande uma foto, nunca vi uma purpurata esverdeada, talvez seja outra espécie - shayva.j@hotmail.com

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