VVVVVV>&&&&&%gt;gt;>>>>>>>>>>>>>>>>>"Ver e ouvir são sentidos nobres; aristocracia é nunca tocar."

&&&&&&>>>>>>>>>"A memória guardará o que valer a pena: ela nos conhece bem e não perde o que merece ser salvo."


%%%%%%%%%%%%%%"Escrevo tudo o que o meu inconsciente exala
e clama; penso depois para justificar o que foi escrito"


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"
A fotografia não é o que você vê, é o que você carrega dentro si."


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"Resolvi não exigir dos outros senão o mínimo: é uma forma de paz..."

&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&"Aqui ergo um faustoso monumento ao meu tédio"


&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&"A inveja morde, mas não come."


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Paraná - Orquídeas nos Planaltos parte I - Geografia

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O Estado do Paraná tem a sua geografia física dividida em quatro macroregiões: uma planície litorânea e três planaltos interiores. Tendo em vista essa conformação orográfica e as dimensões avantajadas dessa unidade da federação, há grandes áreas de transição abrupta de altitude entre essas componentes de relevo Formaram-se, no interior do estado, duas notáveis "cuesta", estas marcam longitudionalmente a paisagem estadual; neste artigo deixamos de fora a Serra do Mar, já é bem conhecida e uma constante também em outros estados, portanto tentaremos mostrar preferencialmente o pouco conhecido. Cuesta é, para um fácil entendimento, uma serra só um lado, somente nesse lado aumenta escalarmente a altitude, não havendo contrapondo de rebaixamento do outro lado, no mesmo gradiente de inclinação; ou seja, é uma "borda" de planalto, não sendo uma das faces de uma cadeia de montanhas, no Brasil, todas essas cuestas, são também chamadas tradicionalmente de "serras", embora não as sejam.


Devido a orientação Norte-Sul do relevo, no Paraná essas serras-cuestas são todas de fachada leste, sujeitas portanto aos ventos úmidos do oceano; esses ventos barrados pelo relevo gerando uma maior umidade do ar, dando origem nesses locais, à uma vegetação de maior vulto e exuberância. Nessas serras é possível observar algumas das sucessivas camadas geológicas da crosta mais superficial. Observa-se nelas as diferentes camadas de arenito - resultantes de severas desertificações em eras passadas - cobertas pelo basalto vulcânico, solidificado em tempos geológicos mais recentes. No estados mais setentrionais, a Serra Geral e a Serra da Mantiqueira - Espinhaço, apresentam-se apenas com os diferentes arenitos expostos, sendo a cobertura de basalto exclusiva do relevo sulino.

As bordas dos planaltos são as Serras do Mar, a Serrinha ( ou Escarpa Devoniana ) e a Serra da Esperança, respectivamente e na ordem de disposição entre o litoral e a calha do Rio Paraná.



Todavia uma característica é constante no território estadual: há ausência de meses meterologicamente secos, somente na fronteira com o MS, aparece uma região com 1-2 meses secos. Os interiores paulistas e mineiros chegam a ter, inclementes, 5-6 meses secos; sendo então os planaltos paranaenses, extramente bem regados do chuvas ao longo do ano; qualquer 20 dias sem chuvas, provocam visíveis ressentimentos na natureza local.


O Estado do Paraná tem pouco menos de 200 mil Km2, é um território equivalente a Grã Bretanha, não passa pela minha mente e nem cabe nas nossas possibilidades, analisar-lhe a flora orquidólogica de forma abrangente e aprofundada. Busca- se aqui apenas delinear as principais espécies de interesse orquidófilo, além de mostrar as características naturais da parte mais interior dessa unidade federativa brasileira. Temos como guia o principal o didatismo, qualquer tipo de interessado, inclusive os totalmente leigos, poderão entender e aprender com o texto Também daremos enfâse aos pontos onde ocorrem confusões botânicas e polêmicas sobre espécies ou ambientes, esses temas despertam interesse geral, também nos obrigam a estudá-los com profundidade e nos permitem expressar nossa opinião de orquidófilo sobre o assunto. Já tratamos do Litoral em outra postagem anterior, aliás, uma postagem muito visitada, nesse artigo iremos gentilmente ignorá-lo.


Planaltos com significativa pluviosidade e dissecado por muitos rios, originalmente coberto por vastas florestas. Ambiente considerado por muitos como sendo uma interiorização da Mata Atlântica. Embora renomados pequisadores afirmem ter sido a colonização orquidológica do interior do PR feita no sentido da Bolívia e Paraguay em direção a Serra do Mar. Na prática temos a impressão que ocorreu o contrário, as orquídeas desceram os rios em direção ao Vale do Paraná, espécies das Serras Litorâneas, por vezes, são encontradas muito mais interiorizadas, para espanto geral.


Área de ocorrência da Araucaria , verões amenos 
são necessários e limitantes para a espécie.



O Paraná é o mais fria das unidades federativas brasileiras, não por ter pequenas áreas onde neva esporadicamente no inverno, como acontece também em SC-RS e nas maiores altitudes de SP-RJ-MG, mas por ter mais de 77,55% do seu território entre 300 - 900 m de altitude, 12,19% acima de 900 m e apenas 10,24% abaixo de 300 m. Esse relevo planaltino garante um verão inusitadamente mais ameno no PR do que nos outros dois estados da Região Sul, além de um inverno ainda rigoroso e sujeito a geadas constantes e a neve ocasional, porém numa escala territorial muito maior. Por ser o mais alto, é, na média geral, o mais frio; por isso, ostentava a imensa floresta de araucárias cobrindo seus planaltos, esta pelejando, avançava sobre os campos gerais na forma de capões.



A altitude média do PR compensa , largamente , a latitude de SC e RS, temos então caracterizado um ambiente de clima intermediário para frio, de solo fértil e com pluviosidade constante ao longo do ano.


As imagens da neve precpitada sobre Curitiba em julho de 1975, falam por si só; mostrando fotos desse evento metereológico para um interessado orquidófilo radicado no Rio de Janeiro, ouvi dele uma expressão perfeita e cabível para esse cenário, do ponto de vista orrquidófilo: " Deus me livre ! "

Portanto não é sem fundamento o fato das orquídeas dos Himalayas medrarem muito bem nos 800-1000 m do Paraná, há alguma correspondência climática, os 1.500-1.800 m do centro da Ásia , equivalem, mais ou menos, à média de temperatura dos planaltos paranaenses.



Grandes bacias hidrográficas cortam os planaltos do interior paranaense, em volta dessa rede de grandes rios, havia o predomínio das florestas densas, na região do derrame basáltico a fertilidade do solo potencializava ainda mais essa exuberância natural. Como se pode supor pelo cenário descrito, era muito grande ocorrência de orquídeas, mas se a população e a variedade eram grandes, a originalidade era inexistente, era uma flora muito miscigenada mas quase sem novidades botânicas. Essa última característica é marcadamente paranaense, os outros dois estados sulinos não a repetem, apresentam também a mesma flora bastante miscigenada, mas com várias e interessante espécies endêmicas.


O primeiro, segundo e terceiro planaltos paranaense, são também conhecidos, respectivamente, como: Planalto de Curitiba, de Ponta Grossa e de Guarapuava; aqui nesse artigo vamos chamar os dois últimos, também respectivamente, de: planalto arenítico e basáltico.



Aspectos Naturais do Planalto Arenítico e da Serra do Purunã:


Na paisagem do segundo planalto observa-se: campos, rochas , capões de florestas, muita umidade ambiental e frio muito acentuado no inverno, verões brandos. As orquídeas rupícolas aparecem bem mais nesse bioma , do quem em outros dentro do PR.

O planalto arenítico apresenta um relevo muito mais acidentado , no planalto basáltico a rocha vulcânica se desagrega com muita facilidade e raramente fica exposta. O arenito embora não seja muito resistente, perdura mais na paisagem por se erodir de forma mais lenta, permitindo o aprofundamento dos vales dos rios e o maior dissecamento dos pequenos cursos d'água.

Cascata em Sengés - Escarpa Devoniana exposta.


Aspectos Naturais do Planalto Basáltico e da Serra da Esperança:



Rochas vulcânicas são sempre ricas em minerais , o solo derivado da sua decomposição, apresenta também fertilidade elevada; os microclimas regionais paranaenses são diversificado , em função da latitude, altitude e distância do oceano. Em quase todos eles, existe grande diversidade orquidológica, porém sempre de espécies com flores pequenas.


Esse grande planalto extrapola largamente as fronteiras paranaeneses, é caracterizado pela ocorrência de uma grande capa de derrame de lavas vulcânicas, sobre rochas areníticas muito mais antigas. Essas rochas areníticas, estão exposta e livres do derrame vulcânico, no segundo planalto, mostrando a Escarpa Devoniana como barreira natural desses derrames magnimáticos no planalto mais interior, tanto no território paranense, como no catarinense.



O planalto basáltico se formou numa era onde fortes movimentos tectônicos separavam, aos poucos, a América do Sul da África, esses movimentos provocaram vulcanismos de fenda, sem os tradicionais vulcões fumegando lava mostrados na TV.


Esse evento geológico abria, abruptamente, fendas na crosta terrestre de onde saíam ciclópicas quantidades de lava, essa lava "inundava" áreas, pequenas ou imensas, represada apenas quando era barrada pelo relevo. A fenda principal de origem do derramamento de lava principal, estava onde hoje corre o leito do Rio Paraná, sendo esse o ponto de menor altitude de toda a região basáltica. Mas aconteceram derramamentos pontuais em varias localidades, gerando tipos de basaltos diferentes.

Esse foi maior derrame de lavas do planeta e ocorreu exatamente nessa área, englobando no Brasil: o Planalto de Guarapuava no PR, sua continuação no interior de SC e a Região das Missões no noroeste do RS; além de uma mancha isolada próxima a Dourados no MS.


Do outro lado fronteira, no Paraguay e na Argentina, também há uma continuídade natural dessa mesma região geológica e ambiental existente por aqui; ao falarmos da flora orquidológica dessa região do interior paranaense, também falamos da flora dos países limítrofes, esta é praticamente igual a aqui registrada. Esse terceiro, é o mais interior e maior dos planalto, delimitado dentro do PR pela Serra da Esperança e as fronteiras com : SP, MS,Paraguay , Argentina e SC.

Uma cachoeira na Serra da Esperança - a foto mostra a mistura de camadas claras de arenito com as mais escuras de basalto, essa linha de relevo é barreira onde as lavas foram contidas.

Uma boa forma de visuarlizamos todo esse evento geológico do derrame de lavas, está na observação da formação geológica das Cataratas do Iguaçu.


Trata-se do maior conjunto de quedas d'água do planeta, formou-se específicamente nessa região em função da rocha basática ser de facílima desagregação, soltando-se em blocos, o significativo caudal do Rio Iguaçu, escavou a gigantesca cratera onde situam-se as cataratas.




É possivel reparar na existência de duas principais camadas de basalto, dois derrames diferentes, solidificaram rochas de resistências também diferentes, formando dois degraus ou patamares nas quedas d'águam, a erosão diferenciada multiplicou os saltos em número e beleza.

A camada de cima é mais erodível, a de baixo menos, assim a área das cataratas está sempre aumentando e observa-se os restos pétreos dessa permanente erosão nas margens do rio ainda soltas pelos patamares.


Vegetação e Meio Ambiente:

A vegetação dos dois planaltos interiores paranaeneses também é diversificada e precisa ser enunciada. No planalto arenítico , havia preponderantemente campos gerais onde avançavam os capões de floresta com a típica araucária paranaense. No planalto basáltico os campos são raros, ( apenas nas chapada de Palmas e na região de Guarapuava ) dominavam apenas nas áreas mais altas, era a mesma floresta com araúcarias do planalto arenítico, porém de forma mais maçiça e continuada; nas áreas mais baixas dominava uma floresta subtropical encimadas por perobas.

Rio Tibagi

Existem pelo menos quatro tipos de florestas típicos dessas regiões paranaenses mais interioranas, mas apenas dois tipos de clima, um mais subtropical com verões quentes e outro notadamente mais frio com verões amenos.



Então não vamos nos ater a sub-tipos complicados de florestas, nos ateremos apenas ao clima dominante e a altitude e aos doi tipos principais de matas, para então poder zonear ecologicamente as espécies de orquídeas aqui comentadas. Vamos deliberadamente dar enfâse as orquídeas geralmente cultivadas, não conseguiríamos abranger mais do que isso sem incorrer em grandes confusões botânicas, sendo complicado explicar o quadro natural complexo ao leitor mais leigo.


Nesse quadro ambiental, aqui sumariamente descrito, existiu a maior reserva de madeira de lei do país, se há ainda florestas maiores nas vastidões brasileiras, em nenhum outro local havia tanta madeira de qualidade. Eram florestas sem fim, belíssimas, infelizmente foram praticamente destruídas, sobrando muito pouco ou quase nada.



Florestas com Perobas-Rosa:


Peroba-rosa - Aspidospema polynneuron - domina o dossel das florestas paranaenses sem araucárias.



As perobas das regiões mais quentes do planalto basáltico eram cravejadas de orquídeas, quase todas abrigavam populações de Miltonias e Maxillarias. Ao contrário da Araucária, esta raramente hospeda orquídeas, Maxillaria picta às vezes consegue colonizar o nosso pinheiro de casca resinosa , a peroba-rosa já é um ótimo forófito, sua casca grossa e ressequida é um excelente substrato onde há bastante umidade , esse substrato é tradicionalmente usado para as espécies de difícil cultivo em vasos. Dessa grande área de floresta com perobas, resguardou-se de significativo apenas o Parque Nacional do Iguaçu, este conjuntamente com seu parque-gêmeo na Argentina, agregam uma considerável área desse bioma.

Acima a Estação Ecológica do Caiuá em Diamante do Norte

Acima a ReservaBiológica das Perobas em Tuneiras do Oeste

Acima a Reserva Particular da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná em Jussara

Há outras unidades de conservação desse bioma , como por exemplo : a Reserva das Perobas em Tuneiras do Oeste, a Estação Ecológica do Caiuá em Diamante do Norte, o Parque Estadual de Amaporã ( Reserva Jurema ), a Reserva da Companhia Melhoramentos em Jussara, o Parque de Villa Rica em Fênix além da relíquia da Mata do Godoy em Londrina, mas são de porte muito menor e mais se enquadram em reservas, do quem em parques de conservação. A Argentina tem grandes reservas desse bioma na fronteira com SC, a destruíção por lá foi bem menos inclemente.

Mata de perobas-rosas em Tuneiras do Oeste.

A cobertura vegetal do PR foi posta abaixo muito rapidamente , tal como no ES, não se soube muito bem o que havia de orquídeas nessa imensa área, porém sabemos são poucas as espécies endêmicas na área paranaense. Já a natureza capixaba é muito mais rica em variedade de espécies e endêmismos que em qualquer outra no Brasil, a destruição lá provocada foi um crime lessa pátria.




Florestas com Araucárias :



Da área mais alta e fria, com dominância dos pinheiros-do-paraná, não ficou nenhuma reserva de porte, existe uma vastidão de pequenas áreas dispersas, ilhadas e sem uma reserva maior e significativa do bioma.


Recentemente o Ministério do Meio Ambiente aventou a hipótese de desapropriar áreas privadas, inclusive áreas já desflorestadas, para a criação de um significativo parque nacional, para a restauração da mata de araucárias, mas o projeto já perdeu fôlego diante da resistência de segmentos sociais.


Até mesmo o Parque do Iguaçu , patrimônio natural da Unesco, é constantemente ameaçado pelo fogo criminoso, pela abertura de estradas e pela caça ilegal.


No futuro esse bioma da Floresta de Araucárias será artificialmente reconstituído, para integrar e aumentar as possibilidades de sua sobrevivência, antes mesmo da Mata Atlântica, esse bioma sulino necessitará ser urgentemente reexpandido.

Parque Estadual do Rio Guarani em Três Barras do PR - florestas típicas da região mais baixa da bacia desse rio, sem araucárias, existem pouquíssimas áreas protegidas onde há florestas antigas de araucárias. Sobrará apenas o mínimo, o desmatamento não cessa nem no PR e nem no Brasil. Com o atual crescimento econômico acelerado, não vai sobrar nada, a matança dos bichos inocentes e a destruição das matas são inexoráveis, até os parques nacionais vão ser seriamente ameaçados, será preciso proteção das forças armadas para proteger o patrimônio natural do país.

Áreas remanescentes de vegetação natural e o seu plano de integração através de corredores de matas ciliares. Sobrou apenas isso, por pouco não sobra nada ! Da destruíção nasceu a potência econômica paranaense, em outros locais saiu a exuberância verde e ficou apenas a miséria.


Os Fetos Arborescentes e o Comércio do Xaxim




A espécie Dicksonia sellowiana é umas das 27 espécies da família Dicksoniacea. Sendo natural do continente americano, figura como importante componente característico das florestas ombrófilas mistas do Brasil meridional, apresentando-se com maior freqüência em áreas com alta densidade de araucária - Araucaria angustifolia.


Em algumas áreas, essa espécie vegetal é dominante no ambiente terrestre com freqüência absoluta de 86,67%, formando por vezes agrupamentos impenetráveis, dando assim uma noção da importância dentro da floresta ombrófila mista. A extração do xaxim para confecção de produtos é uma atividade econômica muito antiga. Não é possível precisar quem, ou em qual ano se iniciou, porém, relatos de testemunhas (produtores) referenciam a década de quarenta.



O xaxim é um vegetal de ocorrência bastante ampla nas Américas. Há registros desde o sul do México até o Uruguai, passando pela América Central, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Paraguai e Brasil. O xaxim ocorre no Brasil nas regiões Sudeste e Sul, com maior intensidade nessa última, provavelmente por influência de fatores climáticos. Caules de maior diâmetro foram encontrados com maior freqüência em amostras colhidas em áreas de ocorrência nos Estados da Região Sul.


O vegetal desenvolve-se preferencialmente no interior da floresta sob a sombra em ambiente úmido (sub bosque), entretanto encontra-se com relativa freqüência em áreas descampadas, em borda de matas, beira de estradas e floresta ombrófila densa alto-montana, onde a vegetação tende a ser de menor porte. Cresce em altitudes, estas podem variar desde 60m à 2250m acima do nível do mar .


Os indivíduos da espécie crescem preferencialmente em lugares pantanosos nas serras, mas também em encostas serranas e excepcionalmente em banhados das baixadas evidenciam a freqüência absoluta com valores de até 90% na formação da Floresta Ombrófila Mista.


Devido a descontrolada extração, até à extinção completa em muitos locais, o comércio dos vasos e das fibras do xaxim foi proibido por lei. Durante décadas foi o principal substrato para o cultivo de orquídeas no Brasil, findando então uma era, onde seu uso foi amplamente disseminado.




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